Wednesday, July 4, 2007

Degelo da Gronelândia: efeitos devastadores


Há quinze dias verificámos que os mapas do mundo vão ter de ser redesenhados à medida que aquecimento do Planeta Terra vai aquecendo e o degelo desfaz o continente da Antárctida e a Gronelândia.
Mas debaixo deste Carvalho de Calvos, á espera do sol do Verão, começamos a desesperar. O Verão come-çou mas já não é o que era, quando a TV nos mostra inundações em Inglaterra e na Alema-nha, enquanto a Grécia e a Arménia estão assar com um calor nunca visto. E por falar de Inglaterra, situemo-nos em Londres, uma cida-de que é atravessada pelo rio Tamisa, sujeito às marés do Oceano Atlântico. Nas últimas décadas, os níveis das águas do mar come-çaram a causar mais estragos durante as tempestades, o que obrigou o Governo a construir umas barricadas que podem ser fechadas para prteger grande parte da cidade.
A partir de 1985, as barricadas começaram a fechar a uma média de seis vezes e agora já é necessário fazê-lo onze vezes por ano. É um número que nos alerta para o impacto do crescente aquecimento global através do mundo. O aumento do nível do mar pode vir a ser mais rápido e maior, dependendo do que acontecer na Grone-lândia e na Antárctida e das opções que estão nas mãos de quem gere as grandes potências.
Se observarmos as maiores áreas de gelo — Antárctida e Grone-lância — que estão em risco, ficamos muito mais inquietos.
A plataforma de gelo da Antárctida oriental é a maior massa de gelo da Terra. Pensava-se que estava a crescer mas, em 2000, descobriu-se que o volume de gelo desta plataforma está a diminuir e 85 — 85! — por cento dos glaciares que lá existem aceleram o seu a-vanço para o mar, ou seja, estão a derreter-se. Por outro lado, as temperaturas do ar —medidas acima da massa de gelo — aumentaram mais rapidamen- te que as temperaturas do ar em qualquer outra parte do mmundo. Esta descoberta foi uma triste surpresa sem que os cientistas tenham conseguido explicar este fenómeno.
Os mesmos cientistas afirmam que a pla-taforma oriental será mais estável que a pla-taforma ocidental da Antárctida, apoiada na terra, e, por isso, não se deslocou para o mar como acontece com o gelo flutuante. Se esta plataforma ocienttal se derretesse ou se a ilha escorregasse para o mar, isso fazia aumentar seis metros o nível dos mares em todo o mundo.
Esta plataforma ocidental regista altera-ções alarmante na parte inferior. Estamos a falar de uma plataforma gelada do tamanho da Gronelândia que também faria subir em seis metros o nível das águas do mar em todo o mundo, se se derreter ou se se desprender e deslizar para o mar cada vez mais quente.

Agora, centremos a nossa atenção nas alterações que se verificam na Gronelância: em 2005 foram avistadas enormes lagoas de água do degelo. Sempre existiram estas lagoas, mas agora são muitas mais e cobrem uma área mmuito maior do gelo.

Acresce que estas lagoas são se-melhantes às da plataforma Larsen — de que falávamos há 15 dias — antes do seu súbito e chocante desaparecimento.

Também a Gronelândia mostra a existência de profundos sulcos e túneis ou ‘moulins’ constituídos por água produzida pelo derretimento do gelo. Quando esta água che-ga ao fundo do gelo, lubrifica a superfície do leito da rocha e desestabiliza a massa de gelo, fazendo com que esta deslize para o oceano.

Dirão os entendidos que sempre houve de-gelo sazonal oou ‘moulins’ mas estas nada tinham a ver com o que está a acontecer hoje, porque o degelo se tem acelerado rapidamente.

Em 1992, o degelo verificava-se em pequenas franjas da Gronelândia, a sul. Dez anos mais tarde, o degelo já atingia franjas maiores e chegava ao Norte. Em 2005, me-ta-de da ilha da Gronelandia sofre efeitos do degelo.

Se a Gronelândia se derretesse ou se quebrasse ou ainda des-lizasse a suua massa de gelo para o mar Atlântico, os níveis do mar subiam em todo o mundo cerca de seis metros. Al Gore, no seu livro que temos vindo a resumir para os lei-tores, ao longo destas “carvalhadas”, escreve que a Florida ficava reduzida a metade do seu território.

Se as águas do mar subirem seis metros, façam um pequeno e-xercício para ver o que acontece entre a Póvoa de Varzim e Caminha e poderão avaliar as reais consequências do aquecimento global do Planeta terra.

Se acharem que isto não é preocupante, continuem a fazer como até agora.

Monóculos e altar aproximam Santuário do Sameiro a Braga



A Confraria da Senhora do Sameiro já decidiu demolir o altar moderno mas polémico que separa o Santuário do escadório — revelou Mons. Eduardo Melo Peixoto.

O presidente daquela Confraria e da Cooperativa TUREL falava no programa “Sinais” que a rádio Antena Minho emite hoje, a partir das 10 horas, em que manifestou a esperança de que o Novo Centro Apostólico do Sameiro esteja totalmente renovado em finais de Agosto ou Setembro.

Como minhoto, Mons. Eduardo Melo assegura que “o nosso Minho é um santuário religioso e natural” que é preciso preservar e conservar.

Quanto aos santuários existentes no Minho, a TUREL está apostada em  dotá-los de “parques de silêncio e lazer porque os santuários são recantos de peregrinação, de descanço e de lazer”.

Possuidores de uma matriz com certa homogeneidade, através de acordos com o ministério da Administração Interna, as Confrarias colaboram na conservação da natureza, uma vez que os “Santuários funcionam também como postos de vigilância dos incêndios” enquanto “procuramos que possam acolher dignamente quantos os procuram, com sanitários, pontos de água potável e pontos de recolhimento espiritual”.

O facto de haver obras em  todos os santuários significa que as mesas estão tentas a fazer o melhor e respeitar o que nos deixaram”.
No Sameiro têm sido feitas “muitas obras no exterior e envolvência: com novas árvores, novos sanitários (cinco batrias bem equipadas para os peregrinos), e parques automóveis suficientes”.

O Centro Apostólico, construído em 1969 e devido a muita utilização, estava muito deteriorado ao nível das canalizações e teve de se mexer tudo de modo a criar ali a “Albergaria Nossa Senhorra do Sameiro e Centro Apostólico, pois toda a gente vai usufruir do equipamento nas mesmas condições que tinha até agora”. O novo espaço requalificado está “aberto a todos os movimentos apostólicos e a turistas que queiram aproveitar aquele local para repouso corporal e espiritual”.

É uma obra muito profunda porque só ficaram praticamente as paredes e é enriquecida com “uma piscina interior, bem como uma piscina para pequenos, um SPA, e muitas salas para reuniões e convívios de modo a poder albergar actividades dos movimentos de pastoral” — prossegue o presidente da Confraria do Sameiro.

Interrogado sobre o prazo de conclusão das obras, Mons. Eduardo Melo deseja  que “no fim de Agosto, aquando da realização da peregrinação dos emigrantes, estivesse tudo pronto, mas deverá ser difícil. As obras estão em ritmo acelerado e este ano o Centro Apostólico e a Albergaria estão em pleno funcionamento”.

Mons. Eduardo Melo destaca que “o Sameiro continua a ser um lugar de procura de muita gente e dá o  exemplo da “Capelinha no exterior que é um lugar de refúgio de noite, mesmo no inverno”.




Quando se lhe pergunta o que falta, Mons. Eduardo Melo compara os “santuários aos homens —  nunca estão completos” mas sempre vai revelando que “vamos retirar aquele altar das celebrações em frente à cripta porque ninguém concorda com aquilo”.

A comissão de Arte Sacra da altura, na década de 70, concordou mas de facto “quebra a unidade e união entre o Sameiro e a cidade de Braga.

Portanto, temos de procurar uma  maior ligação cidade e santuário. Nas grandes celebrações colocaremos um estrado amovível”.

“Vamos colocar ali uns monóculos especiais para que dali se aprecie a cidade, com dois aparelhos que pu-xam a cidade mais parao Sameiro. Não são dois ‘canudos’, mas permitem aos turistas e peregrinos terem uma maior proximidade com a nossa cidade” — explica Mons. Eduardo Melo.

Ao longo do escadório, estava prevista a colocação de painéis de cerâmica com passos da vida de Nossa Senhora. Só foram colocados dois  — um da Assunção e outro que evoca a descida do Espírito Santo.

“As intempéries e geada não permitem aquele tipo de painéis; é por isso que o programa previsto para aqueles quadros não avançou. Vamos ver se os retiramos dali e dar um arranjo diferente ao escadório. Já pensamos em colocar cruzes de forma a fazer uma Via-Sacra, desde o início do Escadório até lá cima. É uma proposta que está em estudo” — conclui Mons. Eduardo Melo.

Thursday, June 28, 2007

S. João da Ponte: coração da romaria de Braga




Era a quinta dos Arcebipos onde estes repousavam na estação de Verão até que foi confiscada pelo estado, nos alvores da República. Estamos a falar do parque da Ponte onde existe uma fonte de água puríssima mandada construir por D. Frei Agostinho de Jesus, nos fins do século XVI. Esta fonte conserva ainda o brasão daquele prelado.
Os documentos históricos asseguram que esta quinta era propriedade dos Senhores de braga já ao tempo de Frei Bartolomeu dos Mártires.

De facto este Arcebispo, a caminho dos altares, mandou construir ali um hospital para tratar dos “infeccionados pela peste de 1570, como consta da inscrição gravada no pedestal do cruzeiro ali existente e levantado no sítio que servira de cemitério das vítimas”.

Depois deste respigo pelos “Fastos Episcopaes da Igreja primacial de Braga”, escritos por José Augusto Ferreira (Braga, 1935, pag. 419), paremos junto da Capela de S. João da Ponte, construída em 1916, a partir de uma outra ermida mais pequenina, poucos anos depois de ter sido terraplanado o grande largo que a circunda.



A Capela foi idealizada por um mestre coimbrão, António Gonçalves e a sua construção foi custeada por Júlio Lima, ao passo que Ernesto Korrodi (autor do palácio Dona Chica, em Palmeira), foi quem fez a distribuição dos espaços que hoje são conhecidos pelo parque da Ponte e largo envolvente da Capela de S. João.

No ano de 1911, o Governo cedia à Câmara Municipal a quinta dos arcebispos para ali construir um mercado fechado e um horto mas as notícias de 1922 falam-nos dos esforços do bracarense Júlio Lima que construíra, nas imediações um campo de futebol e um hipódromo “que deve ficar o melhor do país”.

Um éden terreal
adentro da cidade

Azevedo Coutinho, no seu “Guia do Forasteiro de Braga” (1922) descreve o S. João da Ponte como um dos “mais belos e pitorescos da cidade de Braga, tendo sido muito transformado, pois além do ajardinamento de que dispõe e fontanários, tem no lado poente, um pequeno lago, com uma gruta também de minúsculo tamanho, um coreto na alameda, na rectaguarda da capela e mais ao fundo um outro lado maior”.

Escrevia Azevedo Coutinho que aquela zona “é, aos domingos, durante o Verão, muito frequentada, não só pelo povo desta cidade, mas também pelos inúmeros visitantes que vêm a esta terra e mais o será quando as obras estiverem todas completas o que será caso para dizer que deve ser um Éden terreal, adentro da cidade”.



DA CAPELINHA Á CAPELA
NUMA VIAGEM POR CAMILO

A Capela de S. João é acanhada e simples arquitectura, em cujo alpendre se pode ler 1616, data de uma reconstrução da anterior ermida fundada no mesmo local por iniciativa de D. Diogo de Sousa (1505-1532), sede de uma confraria responsável pela festa do baptismo de S. João, cuja fama vinha dos tempos do rei D. João I que impôs esta festa a todos os concelhos.

Camilo Castelo Branco, que vinha muitas vezes a Braga, citando um documento do séc. XVII, fala-nos dos cavalheiros bracarenses que lançavam porcos na coutada dos arcebispos, sendo um deles de cor preta, criado durante o ano à custa de um ou dois mordomos nomeados para esse ano.

Quando rompia a madrugada, os cavalheiros subiam ao alto do Picoto onde recebiam as orvalhadas e soltavam o porco para o perseguirem atè à margem esquerda do rio este, onde encontrava sobre a velha ponte um grupo de moleiros — da zona dos Galos – que impediam a sua passagem para a cidade. Se o porco conseguisse passar, venciam os moleiros que depois o matavam, desamanchavam e distribuíam entre eles. Se não conseguisse passar a ponte, era comido pelos cavalheiros.



O PINHEIRO DA GREGÓRIA:
ORIGEM DE UM NOME

A cerca de dois quilómetros da velha ponte do rio Este — na estrada em macadame para Guimarães — existiam dois pinheiros mansos, de proporções gigantescas. O da esquerda foi derrubado antes de 1895. Neste ano, a senhora D, Maria Couto. Residente na rua do Carvalhal, “sem o mínimo respeito por essa vida tão longa, vendeu-o por 31.500 reis. Os seus braços enormes deram dezanove carros de lenha que foram vendidos por 18 mil reis. A maior parte da madeira foi comprada por um snehor António Fernandes Lopes para a casa que construiu na Rua dos Capelistas.

É o desaparecimento do Pinheiro da gregória — que dá origem ao nome do lugar — foi muito chorado naquela altura e levou alguns bracarenses a plantarem um outro pequenino.



UM CRUZEIRO
E O DIABO MANQUINHO

Um dos sítios mais interessantes do parque da Ponte é o cruzeiro do Senhor da Saúde. Começou por estar junto à Sé, depois passou para a Capela de S. Miguel-o-Anjo e dali para o Largo das Carvalheiras. A invocação deriva da sua integração numa casa de saúde, construída por D. Frei Bartolomeu dos Mártires, aquando da peste de 1570.

O cruzeiro tem uma inscrição onde se lê: Sendo o Arcebispo de Braga D. Frei Bartolomeu dos Mártires, houve peste nesta cidade, no ano de 1570, e os ‘impedidos’ foram trazidos a esta devesa”.

Uma das estátuas que desperta a curiosidade dos que passeiam pelo parque da Ponte é o Diabo manquinho, (idealizada por André Saores?) situada à direita da Capela de S. João.

Esta estatueta estava originariamente numa alameda do Bom jesus, por trás do antigo Hotel do Parque. Por ali se encontram ainda capitéis peretencentes á antiga Igreja e Convento dos Remédios (demolido em 1911) e do pórtico jónico da Igreja do Salvador.

Estes elementos escultóricos mereciam melhor sorte se… e é melhor não dizer mais nada!

Kiddo: guarda e diverte as crianças aliviando os pais



Nos tempos que correm, os pais têm receio de levar os filhos a locais onde se concentra muita gente, como ‘shoppings’, festas e arraiais. Com Kiddo – um alarme criado por uma empresa bracarense – pode andar à vontade com os seus filhos, mantendo-os em segurança.

“Vivemos num mundo cheio de perigos onde as pessoas também são chamadas a viver num ritmo apressado e a falta de tempo leva a que se tenha de fazer diversas coisas ao mesmo tempo” – explica o prospecto que divulga este equipamento. Isto dispersa-nos a atenção e gera distracções inevitáveis, expondo as crianças que nos acompanham aos mais diversos riscos.

Atenta aos novos ritmos de vida, uma empresa do Minho – a Smart-target – desenvolveu um equipamento muito simples que constitui uma preciosa ajuda aos pais.

Carla Martins, responsável pela comunicação e marketing da Q.I.DS, um espaço de baby sitting e loja de brinquedos educativos, instalado no Braga Parque, que está a testar a comercialização deste equipamento, explica-nos como funciona e quais são as suas vantagens.

Kiddo é um sistema inteligente que avisa os pais quando as crianças se afastam, ou seja, “permite aos pais controlar o afastamento entre dois e oito metros, ajudando a evitar situações como perdas, raptos ou movimentos das crianças para sítios de risco”.

O Kiddo pode ser levado pelos pais e crianças para a praia, para um parque, para um shopping ou qualquer outro local de concentração de muitas pessoas, oferecendo tranquilidade e segurança a toda a família.

O aparelho electrónico é um simples emissor, colocado na criança, que alerta o receptor (que o pai usa) – dispara o alarme - quando ela se afasta do receptor mais de oito metros.

Este aparelho, com design apropriado às crianças, serve para proteger aqueles miúdos mais ariscos em espaços frequentados por muitas pessoas.

Carla Martins explica que este projecto da Smart-Target esteve em desenvolvimento durante dois anos e agora foi lançado no mercado.

A Q.I.DS Brinquedos Educativos Park foi convidada para “ser a empresa que testa a vendabilidade deste produto cujo lançamento oficial acontecerá em breve no Porto”.




QUE É O Q.I.DS PARK?
BRINCADEIRAS INTELIGENTES

Afinal, o que é a Q.I.DS? É um espaço infantil inovador: no mesmo espaço associa a venda de brinquedos educativos a um espaço de ‘Baby Sitting’, o Q.I.DS Park.

Com mais de 1200 crianças na sua base de dados, desde que abriu no ano passado, o Q.I.DS Park é um espaço de ‘Baby sitting’ e venda de brinquedos educativos que resultou de uma Iniciativa Local de Emprego (ILE).

Esta ILE foi desenvolvida por Maria João Baía Sousa e Sofia Corais e permitiu a criação de quatro postos de trabalho na loja 213 no segundo piso do Braga Parque. Com seis pessoas, esta equipa começou a trabalhar, após um curso de empreendedorismo na Associação Comercial de Braga, frequentado pela Maria João Baía Sousa, cujo projecto apontava para os brinquedos que permitam uma educação construtiva.

A Loja Q.I.DS abriu em Setembro do ano passado, após a aprovação do projecto pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional, em que o “Baby sitting é um serviço de complemento à loja de brinquedos e tem resultado exponencialmente”.

O serviço oferecido por Q.I.DS “permite aos pais realizar certas actividades que não podiam no Shopping e que agora podem ir à ginástica, ao cinema, etc. por 2,5 euros à hora”.

Este serviço tem sido uma excelente aposta destas jovens empreendedoras pois há fins-de-semana que chegam a ter entre oitenta e cem crianças em baby sitting, atendendo a que apenas podem atender dez crianças por hora.

Ali, enquanto os pais fazem o que têm a fazer no Shoping, as crianças pintam, colam, cortam, tudo em “actividades manuais”. Acresce que na sala não existe televisão nem computadores, estimulando as crianças “para as brincadeiras físicas, desenvolvendo as artes manuais e resgatando certas competências”.




BRINQUEDOS
CERTIFICADOS

A aposta da Q.I.DS – sublinha Carla Martins – reside nos brinquedos “certificados que permitem aos pais e filhos brincar para educar”.

Se é verdade que o ‘Baby sitting’ ultrapassou os objectivos iniciais, em termos de brinquedos, falta ainda dar “tempo ao tempo para sensibilizarmos os pais e educadores para as vantagens deste tipo de brinquedos”.

Assim, Carla Martins destaca que os brinquedos disponíveis na Q.I.DS são todos de madeira, resultam de artes manuais, tradicionais, tecidos, jogos de equipa e não têm pilhas. “Essa é a nossa preocupação, promover junto dos pais uma brincadeira de forma construtiva para os seus filhos” – prossegue a nossa interlocutora.

O preço e a juventude da marca podem explicar ainda alguma resistência dos pais a este tipo de brinquedos. “tudo tem o seu tempo para que as pessoas comecem a valorizar um brinquedo certificado e reconhecer que a qualidade tem um preço diferente e para o qual alguns pais ainda não estão sensibilizados para investir”.


CAMPANHA JUNTO DOS COLÉGIOS

O projecto mais recente de Q.I.DS – Brinquedos Educativos e Espaço Baby Sitting – consiste numa campanha em parceria com os colégios da cidade.

A Q.I.DS está a distribuir pelas escolas, aos pais, um Vale de Desconto Q.I.DS equivalente a 10% de desconto em compras de valores iguais ou superiores a 10€, válido até 31 de Outubro 2007;

Por cada compra efectuada em valores iguais ou superiores a 10€, os pais estão a contribuir com 5% do valor total da compra para a escola que o filho(a) frequenta;

No dia 31 de Outubro faz-se o apuramento do valor acumulado ao longo dos meses;
No dia 1 de Novembro 2007 todas as escolas são informadas do valor que ganharam em brinquedos e materiais didácticos na Q.I.DS – Mundo Criativo, graças à colaboração de todos os pais.

Carla Martins explica assim o novo projecto: os colégios envolvem-se connosco, uma vez que nós damos um vale de desconto aos pais que comprem produtos na nossa loja, até 31 de Outubro”.

Nessa data, uma parte vai para o colégio aderente que pode vir aqui fazer compras no valor desse desconto.
“Queremos estimular e divulgar o conceito de brinquedos educativos, estamos em reuniões com vários colégios para entrarem nesta campanha e já temos várias adesões”, como são a Fundação Bonfim, a Miúdos e Pimpolhos-Creche e Jardim de Infância e a Creche Quinta da Nascente – concluiu Carla Martins.

S. Joao de Braga e o Carro dos Pastores






O carro da Dança do Rei David e dos Pastores constituem dois momentos indescritíveis das festas de S. João, em Braga.
O carro do Rei da David, com tocadores e Rei, continua a ser uma responsabilidade herdada por uma família da freguesia de Palmeira, de geração em geração, desde o século XIX. Ainda hoje, essa família faz questão de manter a tradição. Trata-se de um grupo de pessoas que apenas actua no dia 24 de Junho, em Braga, e uma ou outra vez em programas televisivos. O grupo é constituído por treze pessoas, sendo um Rei, mais dois guias e dez músicos.

É o carro mais conhecido das Festas de S. João, embora o mais enternecedor seja o dos pastores, uma vez que as personagens, quatro anjos cantores, e restantes acompanhantes da dança são crianças.

Desde há 54 anos – e talvez pela última vez este ano – são ensaiados por uma senhora que aprendeu com a mestra, D. Alice Ribeiro. Estamos a falar da D. Maria Emília Timóteo Gonçalves, vizinha do Parque da Ponte, aposentada de Auxiliar de acção Educativa em Ferreiros, S. Lázaro e no Carandá.

Os ensaios começam dois meses antes porque parte dos elementos não passam de um ano para o outro, até ao dia de hoje, dia 22. Neste dia, o carro dos pastores devidamente decorado com ervas, heras e flores, faz o ensaio geral.
Trata-se de um auto em dois actos sobre a vida do Baptista e não é fácil preparar crianças de dez a 13 anos para cantarem e dançarem como deve ser.

O grupo dos quatro anjos cantores e o coro das bailarinas são acompanhados por um grupo de músicos requisitados à banda de Cabreiros, sob direcção do mestre João Brás.

A curiosidade de milhares de pessoas que rodeiam o desfile destes carros concentra-se no menino João Baptista com o seu cordeirinho. A tradição diz que ele não deve ter muito mais que três anos, deve ser loiro e cabelo encaracolado, o que “é bastante difícil de recrutar”. O seu recrutamento e escolha exige um trabalho de acompanhamento dos pais, quer para o João quer para o cordeirinho que fica à disposição dos pais do João para que se habituem um ao outro.

Por outro lado, os quatro anjos “têm de ter uma voz forte porque não há qualquer suporte electrónico. Em tempos chegou a colocar-se uma aparelhagem sonora mas isso retirava genuinidade e pureza ao auto.



No entanto, a pessoa indicada para nos falar deste Carro dos pastores é a sua ensaiadora, que foi “pastorinha, quando era criança, fui Santa Isabel primeiro e depois fui anjo”.

“A D. Alice Ribeiro era quem ensaiava e ela achou que eu tinha jeito e paciência para continuar o trabalho dela e cá estou há 54 anos a ensaiar e preparar o Carro dos pastores” – começa por nos recordar a D. Maria Emília Timóteo.

Mais à vontade lá foi abrindo a caixa dos segredos: “comecei a ensaiar com uma gravação numa cassete e ainda é assim que faço hoje”, embora nos mostre depois os papéis comas letras e um livro publicado por D. Helena Palha, há 23 anos, sobre a Dança do rei David e o Carro dos Pastores, com a sua história, letra e partituras para os diversos instrumentos.

DE FAMALICÃO
PARA BRAGA

Constituído por 14 pastores, Isabel e Zacarias, mais quatro anjos e João Baptista, o grupo começa a aprender a música mas “tenho-me visto consumida. De ano para ano, está pior. Agora é difícil arranjar rapazes. Antigamente, ofereciam-se para ir no carro. Agora é raro aparecer alguém a oferecer-se”.

O que vai valendo “é a D. Vitória, da freguesia da Sé, que veste os anjinhos, que vai sensibilizando os pais para deixar os filhos ir no Carros dos Pastores, se não pouca gente tínhamos”.

Depois a escolha do S. Joãozinho é muito difícil. Há crianças que “não dão: fogem e têm medo. Este – o deste ano – deu bem, com um chocolate e uns rebuçados lá foi indo e aprendendo...”

E quanto à sua traquinice? Maria Emília Gonçalves não concorda: “são as pessoas que puxam por ele para fazer chi-chi ou andar às cavalitas no carneirinho porque lhe acham piada.

“Sabe que quem trata do carneiro, para o lavar, dar-lhe comida, enfeitá-lo, são os familiares do menino e às vezes também são os pais que os levam para estas brincadeiras” – admite a nossa interlocutora.

Os ensaios começam em Maio, diariamente, excepto ao sábado e domingo. “Tem que ser assim porque alguns faltam muitas vezes. Este ano foi muito difícil, por causa das comunhões” – lamenta D. Maria Emília que acentua a dificuldade em arranjar anjos com voz forte.

“Eu começo a cantar com eles sem música. Depois quando eles apanham a música, colocamos a gravação e eles cantam com o som de fundo. Depois de saberem a letra e a música começa o ensaio da dança”. Estes são os principais momentos da preparação do Carro dos pastores.

Os momentos principais da exibição do Carro dos Pastores são em S. João do Souto, Avenida da Liberdade, Câmara Municipal e Pópulo.

A banda com dez ou doze músicos só aparece nesta semana dos ensaios gerais mas D. Maria Emília sossega os forasteiros: “acho que estão bem ensaiados este ano”.

Mas o que é o Carro dos Pastores e de onde veio?

Trata-se de um auto-pastoril sobre a vida de S. João Baptista que se celebrava em Landim, Famalicão, por altura do Corpo de Deus.

A melodia sobre um texto da tradição oral é da autoria de João Guedes, com arranjo do famoso Fernando José de Paiva, conhecido por ser o autor do hino de Braga.

Colégio João Paulo II: rigor para a excelência






O Colégio João Paulo II é um projecto novo do ensino privado em Braga e resulta da vontade dos pais que se uniram numa força recuperadora de valores (rigor, exigência e excelência) de portas abertas à comunidade onde se insere: S. Martinho de Dume.

Assente no conhecimento da realidade e alimentado pela confiança das famílias, esta nova escola não acolhe só os alunos, mas abre as portas às famílias de modo a ajudá-las com uma “proposta educativa que responda às necessidades delas no século XXI” – diz-nos a d.ra Carla Fonseca, presidente da Direcção da ASDEPESO (Associação para o Desenvolvimento Pessoal e Social).

Esta associação foi criada por 16 pais, de vários quadrantes de actividade, mas animados pelo mesmo ideal: “uma proposta educativa que ofereça todas as condições humanas e materiais necessárias à educação integral dos nossos alunos valorizando o aspecto académico, o aspecto humano, o esforço e a criatividade, a reflexão e tranquilidade, a razão e a fé”.

Da fundação da ASDEPESO nasceu o Colégio João Paulo II que se distingue por possuir uma “missão única” de servir uma “proposta educativa de excelência, numa perspectiva construtiva e inovadora em equipamentos e instalações do complexo educativo de grande qualidade” – assegura Carla Fonseca.

E o nome? “Fomos buscá-lo a uma referência de trabalho, de dedicação aos amigos, de ligação ao desporto e ao teatro que é João Paulo II” – explica a nossa interlocutora.

De facto, esta escola pretende cultivar “atitudes reveladoras de amizade, de gentileza, de companheirismo, de tolerância, de responsabilidade e de auto-exigência” para além do culto do “diálogo, respeito pelos outros e pelo meio ambiente”.

A proposta educativa para o século XXI, sob coordenação da prof. Nadalete Faria, desenvolve-se num ambiente calmo, mas estimulante, organizado e inovador, com professores dedicados em exclusividade, professores de apoio e tutores, cursos de recuperação, acompanhamento de necessidades especiais, actividades de índole social e comunitário, serviço de saúde, actividades extracurriculares e formação dos pais.

Carla Fonseca recorda que o lançamento do novo Colégio se ficou a dever ao reconhecimento do valor do novo projecto por parte do dr. Cabral Vilas Boas e de outros parceiros que permitiram a aquisição de um palacete situado junto à Igreja de Dume, o seu restauro e a construção, faseada, das novas instalações da escola.

Assim foi possível à ASDEPESO – sem fins lucrativos – lançar-se na sobras de construção da escola em Abril do ano passado, de modo a poder abrir em 4 de Setembro do mesmo ano, depois de um programa de acolhimento em que ninguém teve férias.




No primeiro ano de actividade, o Colégio João Paulo II é frequentado por quase 90 crianças nas valências de creche, pré-primário e primeiro ciclo.

As crianças dispõem de salas de arte, de música, de gabinetes de apoio individualizado, informática e multimédia, pavilhão gimnodesportivo, recreio coberto, polivalente, biblioteca, laboratórios e refeitório.

O programa da ASDEPESO é levar as crianças que ali entram para a valência de creche a continuar os estudos e formação até ao 12.º ano. Assim, em 2007, o Colégio já terá terceiro ano do primeiro ciclo, em 2008, o quarto ano, e por aí adiante, sempre com duas turmas de pré-escolar, duas turmas de cada ano de escolaridade subsequentes.

Carla Fonseca destaca, como timbre desta escola, o trabalho em equipa dos professores, com perfil seleccionado e apropriado, que lhes permite conhecer a realidade da família, em virtude da sua total disponibilidade.

“Nunca será um colégio massificado porque é incompatível com o nosso projecto educativo. De modo a ter acompanhamento das famílias, apoio personalizado aos alunos” – esclarece Carla Fonseca.

O Colégio está aberto das 7 às 20 horas de modo a realizar um dos seus propósitos que é estar ligado á comunidade de Dume e ao seu serviço, de modo a sensibilizá-la também para “um crescimento saudável” numa zona onde o apelo à construção é enorme.



A ligação à comunidade sente-se já através de contactos com o CNE em que os jovens fazem voluntariado com as crianças do colégio, de modo a poder dizer-se que “Dume entra no colégio e o colégio está ao serviço de Dume” disponibilizando os seus espaços e equipamentos.

O Colégio dispõe de uma Ludoteca e centro de recursos educativos, adquiridos a Ana Paula Proença, do Abre-te Sésamo, de modo a “consolidar a qualidade do ensino, com rigor, exigência, excelência”.

Quanto ao futuro, uma vez que apenas foi executada uma fase das obras do plano global, Carla Fonseca adverte que “o crescimento será feito sempre com viabilidade económica para que possamos chegar ao 12.º ano”.

Quanto a outros projectos, de âmbito educativo, a presidente da ASDEPESO desabafa: “gostaríamos de ter o ensino profissional, como resposta alternativa, após o nono ano, para que os alunos possam ter continuidade até à universidade”.

Braga: “bogalha” dos tempos livres alastrou-se às crianças e idosos





Os mais crescidos lembram-se de ocupar os tempos livres a jogar “à bogalha” ou à “bogalinha” – essa paixão de toda a miudagem - e foi esta brincadeira que levou Adolfo Eduardo Castro Fernandes e seus companheiros a uma aventura séria em prol da infância e da terceira idade.

Depois de andar com a “casa às costas”, “A Bogalha” do filho do jogador arsenalista Cesário dispõe hoje de excelentes instalações, a meio caminho entre a Quinta dos Congregados e o Bairro da Alegria. Ali acolhe gente de todo o lado, incluindo a D. Arménia, que foi cozinheira do general Norton de Matos.

É com um brilho nos olhos – para suavizar as dores de cabeça dos encargos e dos efeitos da crise – que Adolfo Fernandes nos mostra as magníficas instalações da Associação “A Bogalha” que faz 21 anos de vida depois de amanhã.

Este funcionário da Segurança Social foi estimulado por Fernando Rocha – então presidente do Centro Distrital de Segurança Social de Braga – a criar uma creche que começou a funcionar numa vivenda na av. 31 de Janeiro, para apoio aos filhos dos colaboradores da Segurança Social, agregada ao Centro de Cultura e Desporto. Depois de alguns meses adquiriu o estatuto de IPSS e alargou os seus serviços a Jardim de Infância, com vinte crianças, e ATL, com dez.

Hoje, é uma estrutura consolidada, com um orçamento da ordem de um milhão de euros e 49 funcionários que prestam apoio a 124 crianças do Jardim de Infância, mais 33 crianças na valência de creche criada em Setembro do ano passado. No ATL é prestado apoio a 120 crianças, enquanto o centro de Dia para idosos acolhe oito pessoas e é prestado apoio domiciliário a mais de uma dezena.

“A Bogalha” presta ainda serviço de acção social, no âmbito das acções de levantamento, requerimento e fiscalização do Rendimento Social de Inserção (RSI).

Falávamos acima de dores de cabeça do Adolfo Fernandes e da sua Direcção: é que as novas instalações foram financiadas, com atraso, no âmbito da Medida 5 do programa europeu “Integrar” em 50 mil contos. Foi bastante pouco para um investimento de 320 mil contos, apesar de terem sido desbloqueados mais 25 mil contos do Fundo de Socorro Social. O resto foi financiado através do recurso ao crédito bancário que está a ser amortizado à medida que a Associação pode.

Com boas relações com as autarquias – quer a Câmara Municipal quer a Junta de Freguesia de S. Vítor – “A Bogalha” não abdica da “participação cívica na vida da cidade, contribuindo para o enriquecimento cultural da cidade, sem tirar protagonismo a ninguém” – assegura Adolfo Castro Fernandes.

NOVA CRECHE

É este dinamismo da direcção de “A Bogalha” que justifica um novo projecto em marcha: a construção de uma creche, cuja candidatura já foi aprovada pelo programa PARES. A creche será construída no terreno anexo às actuais instalações. Dentro de dois meses abre o concurso e a obra tem de estar concluída no prazo de um ano ara atender 33 crianças – revela o nosso interlocutor.

Adolfo Castro Fernandes fala-nos de outro “projecto inovador” – no nosso entender de grande alcance social – mas ainda é cedo para dizer quando avança e por isso é melhor guardar os pormenores, para já.
Em termos educativos, o projecto é coordenado por Elisabete Dinis e a “menina dos olhos” desta instituição passa pelo “Numérica”, um projecto de ensino da Matemática através de jogos e apoio multimédia.

O lema de Elisabete Dinis passa por “promover todas as potencialidades da criança, independentemente da sua condição social, em todas as vertentes, desde a emocional à sócio-afectiva, de modo a possibilitar-lhe um desenvolvimento harmonioso em todas as áreas”.

Este projecto assenta na “aprendizagem activa, mediante a qual a criança aprende fazendo, com experiência e acção”.
“Temos conseguido – diz – porque as nossas equipas têm feito um excelente trabalho nesse sentido. Temos conseguido desenvolver trabalhos de estimulação, ao nível da diversidade dos temas explorados”.

Este projecto educativo tem um nome “A Bogalha sem barreiras, no respeito pela multi-culturalidade” que permite um conjunto de aprendizagens, através de pesquisas, com as educadoras, em colaboração com os pais, de acordo com os países explorados e as culturas”.

A segunda fase deste projecto envolve um grande número de crianças com as culturas do Brasil, Leste Europeu, Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa e Roménia.

Os resultados do programa têm sido excelentes e traduzem-se no Dia da Poesia, saraus multiculturais, em que as crianças, por exemplo, “declamam poemas de autores dos diferentes países” ou expõem trabalhos realizados pelo ATL e pelo Clube Juvenil.

O conhecimento dos diferentes países passa também pelas suas tradições, pela gastronomia (por exemplo, confeccionar os crepes franceses e outros petiscos que são servidos no fim dos saraus culturais), desenvolvendo um tema abrangente.
“Apostamos nas relações humanas e afectivas entre pessoas de diferentes culturas e países” – sustenta a Coordenadora Pedagógica de “A Bogalha”.

O próximo projecto educativo, explica Elisabete Dinis, passa pela “descoberta das ciências e das novas tecnologias para promover nas crianças o gosto pela observação, análise, registos, avaliação, espírito crítico, raciocínio lógico, novas tecnologias (porque cada sala dispõe de um computador)”.

Na sala do ATL existem vários computadores com acesso à Internet que permitem a pesquisa sobre temas que estão a ser explorados. Este projecto vai envolver o Departamento de Ciências da Universidade do Minho, com a presença de professores e de estudantes.

Outra das virtualidades apontadas por Elisabete Dinis foi a forte motivação dos pais para participarem nestas actividades e nas reuniões.

Outra das apostas passa pela recuperação do boletim da instituição, “Meio metro”, um instrumento de comunicação no seio da instituição, cujo presidente da Assembleia Geral é Luís Alberto da Costa Pereira. O presidente do Conselho Fiscal, eleito em Dezembro, com os seus pares, para um mandato de três anos, é António Manuel Almeida Seara.